|  |  | 

Sabor em pauta talheres

Vinhos estão disponíveis em variações para agradar a todos os paladares

[caption id="attachment_2634" align="aligncenter" width="900"]Foto: Divulgação Foto: Divulgação[/caption]

Eles têm inúmeras variações em corpo e paladar, já foram sinônimo de sofisticação, mas com o aumento da produção Nacional, os vinhos ganharam mercado. Nesses dias mais friozinhos não há quem não pense em uma boa taça de vinho para acompanhar um fondue ou um risoto ou mesmo para esquentar as noites mais frias.

Este crescimento tornou o preço dos produtos mais populares, o que foi um forte colaborador ao aumento das vendas. A bebida pode ser encontrada de empórios a supermercados, com valores que variam, em média, entre R$ 5,00 e R$ 170,00. Segundo o sommelier Lucas Alberto de Mendonça, os mais procurados são os suaves. “O brasileiro ainda não adaptou seu paladar aos vinhos secos”, acredita.

Com diferentes opções entre tinto e seco, mais ou menos encorpado, maior ou menor teor alcoólico os vinhos se tornaram mais populares com o aumento da produção nacional e hoje são também opção do brasileiro. Nem os invernos com temperaturas mais altas são empecilhos para o consumo da bebida, pois a matéria-prima do fermentado, a uva, pode ser encontrada em cinco mil tipos diferentes, o que permite encontra-lo em versões mais suave. “O teor alcoólico da bebida varia entre 7 vl., nos Lambruscos, e 21 vl, no famoso Vinho do Porto. O que permite encontrar características mais leves e para qualquer ocasião”, reforça o sommelier.

Para os dias mais quente são indicados vinhos mais leves, com processo de vinificação diferente, mais frescos e menos ácidos feitos com uvas Pinot noir, Gamay e San Giovese. Já para o frio são preferíveis aqueles mais encorpados, que deixam mais tanina (estrutura que da corpo ao vinho) na boca da rolha, normalmente produzidos pelas uvas Cabernet Sauvignon e Tannat.

Mendonça ressalta a qualidade de produção das Serras Gaúchas, no vale do São Francisco. “O Monte Paschoal, tipo Merlot da região Farroupilha é macio, leve e de uma qualidade sem igual, chega a superar os importados”, opina o especialista.

Para quem não pode ou não gosta de ingerir bebidas alcoólicas também existe uma opção, o vinho sem álcool. Chamados oficialmente de fermentado de uvas desalcolizado custa, em média, R$ 20 e contém 60% mais flavonoides que os vinhos convencionais.

Um vinho para cada prato O sommelier André Luiz Pereira garante que para uma boa degustação e combinação de sabores, quando se quer acompanhar um prato de vinho, a primeira escolha é da comida. Para que a escolha entre vinho e prato saia do agrado, deve ser levada em conta da harmonização entre eles. “Quando a comida é gordurosa, você precisa de acidez. Já com as carnes, que tem fibras, é necessário um vinho mais encorpado. E no caso das massas, vai depender do molho que leva em cima.” As massas podem pedir diferentes tipos de vinhos, a variação será de acordo com o molho que a cobre. O vermelho, é acido, por isso precisa de um tipo Tinto, com  corpo médio. Já o branco, mais amanteigado, pode acompanhar um vinho branco, que combina com sua textura.

Fale Conosco

(16) 3443-7805
contato@alecrimvip.com.br

O Portal Alecrim é um espaço online voltado ao entretenimento. Em seu conteúdo estão novidades, curiosidades e o que há de mais interessante nos segmentos de moda, beleza, gastronomia, música e cultura, estilo de vida e eventos.

Portal Alecrim © 2016 | Todos os direitos reservados.