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Microagulhamento: a técnica mágica para desaparecer com rugas e marcas sem cirurgia

[caption id="attachment_3645" align="aligncenter" width="640"]Foto: Divulgação Foto: Divulgação[/caption]

Já imaginou eliminar aquelas marquinhas, que apesar de pequenas, tanto incomodam? Sejam elas as ruguinhas que o tempo não perdoou, as estrias formadas pela gravidez ou por roupas muito apertadas e até as machinhas trazidas pelo sol. Agora é possível por fim a tudo isso através de um procedimento simples e inovador.

Com o nome de Microagulhamento a técnica consiste em produzir furos minúsculos na pele através de um rolo que contém agulhas esterilizadas (em média 200 agulhas com comprimento que varia entre 0,25 até 3mm e diâmetro de até 0,8mm). “Esses furinhos aumentam a vasodilatação, estimulam a formação de colágeno e também tornam maior a absorção de alguns medicamentos direto na pele, o chamado drug delivery”, explica a fisioterapeuta especializada em tratamento Dermo Funcional Cláudia Mello.

Além da diminuição de estrias rugas e manchas, o tratamento com Microagulhamento também é indicado para reduzir a flacidez da pele (flacidez tissular), cicatrizes atréficas, cicatrizes de acne, linhas de expressão, cálvice, fotoenvelhecimento e para auxiliar na deposição de substâncias terapêuticas nas camadas mais profundas da pele (drug delivery).

A técnica pode ser realizada em qualquer parte do corpo, como rosto, colo, pescoço, mãos, braços, seios, coxas, abdômen ou couro cabeludo. Em qualquer que seja a região aplicada, ela age promovendo a regeneração celular por meio do processo de cicatrização, a proliferação  de células-tronco e estímulo a célula de elastina, da neocolagênese (produção de colágeno), e angiogênese (proliferação de vasos sanguíneos). “Com o aumento da produção dessas substâncias, toda pele é reestruturada e beneficiada com a reorganização das fibras internas resultando em uma pele mais firme e com mais viço”, ressalta a fisioterapeuta.

Após o procedimento, será observada uma possível vermelhidão, um leve inchaço, ardor, e um aumento da sensibilidade, por isso, a indicação é evitar exposição ao sol até esses sintomas desaparecerem. “É importante não utilizar protetor solar, tampouco maquiagem logo após uma sessão de tratamento. Espere pelo menos três horas até utilizar algum destes produtos. Eu costumo pedir aos meus pacientes que aguardem um prazo de 24 horas. Em alguns casos, também pode ser prescrito tratamento home care com sabonete a base de ácido glicólico 10%, ou algum creme que será indicado dependendo do objetivo do tratamento”, orienta Cláudia.

A profissional alerta que apesar muito eficaz, o procedimento requer alguns cuidados para evitar complicações como herpes, infecção secundária e escurecimento local. “ Ao fim do procedimento, não pode haver formação de ‘casquinhas’, pois isso indica que ele machucou sua pele, e a regeneração dela pode formar uma cicatriz com tom de pele ou textura levemente diferentes do restante, pois o corte matou a pele original, que teve de ser refeita do zero”, alerta.

Por isso, é importante a escolha de um profissional capacitado para realizar o procedimento. Ele pode ser executado por médicos, fisioterapeutas, biomédicos, esteticistas, farmacêuticos, sendo que cada profissional está autorizado a utilizar até determinado tamanho das agulhas. “É preciso star atento também a algumas contraindicações, como pacientes com tendência a formação de queloides,  áreas com infecções, pacientes com Diabetes, que façam uso de anticoagulantes,  tenham câncer de pele, ou alergia ao metal, verrugas, além de acne, herpes ativa e rosácea ativa”.

Curiosidades

O rolo pode ser usado apenas uma vez, independentemente de ser ou não no mesmo cliente.  A marca escolhida pelo profissional deve ter liberação da ANVISA e o mesmo não pode ser autoclavado. Além disso, os rollers não podem ser descartados em lixo comum, são considerados materiais perfuro cortantes e devem ser descartados em locais específicos para essa finalidade (embalagens rígidas), respeitando as normas de biossegurança.

A técnica exige habilidade e conhecimento do profissional sobre fisiologia, anatomia, cosmetologia, reparação tecidual, alterações estéticas, biossegurança entre outros e em hipótese nenhuma deve ser feita em casa pelo consumidor final.

O intervalo mínimo entre as sessões para os considerados rollers terapêuticos (acima de 0,5mm), salvo casos especiais, é de 21 dias e deve ser respeitado, pois é baseado na fisiologia do mecanismo de regeneração tecidual e produção do colágeno através dos fibroblastos.

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