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Sabor em pauta talheres

Saiba como fazer uma degustação de queijos e vinhos de forma harmônica

[caption id="attachment_2322" align="aligncenter" width="640"]Foto: Divulgação Foto: Divulgação[/caption]

Reunir os amigos para uma noite de degustação de queijos e vinhos pode ser uma ótima programação. Mas alguns cuidados são imprescindíveis para não estragar a ocasião. Por exemplo, é de extrema importância que o anfitrião fique atento ao escolher os queijos, principalmente na data de validade, aparência e aroma. Para uma boa tábua de queijos é interessante contar com texturas variadas, sabores delicados e marcantes, cores desde o branco até laranja ou azuis (como as variedades com utilização de mofos comestíveis, caso do Brie, Camembert, Roquefort e Gorgonzola).

“Uma boa combinação deve conter queijos de consistências distintas como cremosos, semiduros e duros e também uma variedade de sabores como os suaves de massa crua, os de sabor delicado, como os de massa semi cozida e os intensos, como os de massa cozida e consistência dura, explorando lentamente os sentidos de cada degustador”, explica a coordenadora de um curso de Nutrição, Amanda Calegari.

O cottage temperado com azeite, sal e orégano ou manjericão fresco, o Gouda, Ementhal, Gruyére, Camembert, Pecorino, Grana Padano e o Roquefort são tipos de queijos que não podem faltar em uma degustação. Amanda afirma ainda que o Feta, que é produzido com leite de cabra e que tem sabor acentuado e salgado, também pode ser uma ótima escolha. Além disso, é muito importante que esta tábua também conte com outros acompanhamentos como, por exemplo, pães, torradas, geleias e até mesmo frutas secas como as uvas, maçãs e figos.

“É indicado que se inicie por queijos de sabor e aromas mais suaves, de preferência os de toque frutados, menos salgados e untuosos, pois não saturarão o paladar e darão margem ao crescimento dos próximos queijos. Caso contrário, um queijo de sabor marcante e intenso, pode saturar o olfato e as papilas gustativas da língua, prejudicando a sequência para sabores mais delicados e de nuances aromáticas mais sutis”, complementa Amanda.

Os vinhos não podem faltar na degustação, a coordenadora do curso de Gastronomia do CEUNSP, Vânia Claudia Barros Monteiro, explica que para os queijos como a Ricota, Feta, Mussarela de Búfala, Brie e Camembert, os vinhos que mais se harmonizam são os secos frutados e refrescantes. Os queijos semimoles, como o Edam e, especialmente os de casca lavada, precisam de um branco aromático, como os vinhos elaborados com as uvas Sauvignon Blanc, Chardonnay, Gewurztraminer, entre outras.

Os queijos duros como os Manchego, Pecorino, Grana Padano, Parmigiano- Reggiano e o legítimo Cheddar inglês, combinam bem com vinhos tintos elaborados com as uvas Cabernet Sauvignon, Malbec,Tannat, Cabernet Franc, etc. E os queijos azuis como o Stilton, Roquerfort e Gorgonzola ficam ótimos com vinhos de sobremesa e fortificados como o Porto, Jerez e Marsala. “Neste caso, a ideia é a doçura do vinho contrastar com a pungência do queijo. A harmonização mais clássica que se faz com estes tipos de queijo é a do Stilton com Vinho do Porto Vintage”, explica Vânia.

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