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Dicas Doce Lar

Ter uma piscina em casa é possível. Basta escolher o tipo ideal

[caption id="attachment_238" align="aligncenter" width="700"]Foto: Divulgação Foto: Divulgação[/caption]

As água de março estão fechando o verão, mas em nossa região, logo vem a seca e o calorão não termina. Como este clima já conhecido para o nosso outono/inverno, nada melhor que um piscina. Mas se engana quem pensa que não pode ter um dentro de casa. Elas estão disponíveis no mercado em diferentes, formatos, tamanho e materiais, podendo se adaptar ao espaço que você tem disponível e o valor a investir.

Se engana quem pensa que as piscinas de plástico, facilmente desmontáveis, sõ apenas para as crianças. Com tamanho e profundidade maior, elas podem refrescar nos dias de temperatura alta. Além dessas, que podem ser encontradas até em supermercados, estão disponíveis produtos em fibra, vinil e alvenaria. A diferença entre elas encontra-se no tempo de construção, durabilidade, tamanhos e modelos.

As piscinas em fibra são mais praticas, pois são encontradas prontas em dimensões e formatos pre definidos, basta fazer a escavação, criar uma base de concreto e encaixa-la. Entretanto é preciso que o espaço se adeque a ela. “A piscina em fibra não permite personalização e tem durabilidade de 20 anos em estrutura e entre cinco e seis anos na pintura”, disse Márcio Dias, proprietário de uma loja especializada em piscinas.

Já as peças em vinil permitem que o projeto seja feito de acordo com o espaço, tendo um período de obras curto também. “Entre 15 e 20 dias conseguimos entregar uma piscina deste tipo. Além do curto prazo, outra vantagem dela é que o vinil que faz sua decoração já serve para impermeabilizar as paredes da cavidade.”

As de alvenaria são as mais tradicionais, revestidas por azulejos ou pastilhas em vidro ou cerâmica, são mais

[caption id="attachment_237" align="alignright" width="300"]Foto: Divulgação Foto: Divulgação[/caption]

elaboradas e podem se adequar a qualquer projeto e espaço. Porém custam mais caro e exigem um tempo maior para construção, pelo menos 60 dias. “Nestes casos é preciso impermeabilizar o foço antes da colocação das pastilhas e também que ele seja feito em uma estrutura rígida, porque os azulejos são meramente decorativos, artigo de acabamento.”

E para dar charme e diferencial a piscina alguns adereços podem ser colocados junto a ela, como cascatas de água em estrutura de alumínio ou embutidas na alvenaria. “Elas podem servir além de para decorar para esconder uma parede ou algum outro ponto ao redor da área que não agrade”, orienta a arquiteta Ana Guilherme.

Outra novidade para as piscinas é utilização de lâmpadas em led dentro da água. “Elas são resistentes e podem ser colocadas na cor que o cliente desejar, são acionadas por controle remoto, e dão um colorido especial. Podem ser colocadas em piscinas de vinil ou alvenaria!, revela Ana.

Cuidados com a água

A água das piscinas deve receber tratamento químico a base de cloro, clarificantes e augicidas de duas a três vezes na semana para manter-se em bom estado de utilização. Mas os cuidados são mais que uma questão de higiene, estão diretamente ligados a saúde pública. Pois água sem cloro permite a proliferação do mosquito que transmite a Dengue, Zika e Febre chicungunya, o  Aedes Aegypti. De acordo com Maria Lúcia Biagini, responsável pelo Controle de Vetores da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, as piscinas devem permanecer cloradas ou vazias. “No caso das piscininhas infantis não adianta só cobrir, elas devem ser esvaziadas sempre depois do uso e mantidas de cabeça para baixo”, afirma.

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